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Porto Velho,13/05/2026

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    Governador de RO exonera tenente-coronel preso com medicamentos irregulares no Paraná

    Exoneração foi publicada no Diário Oficial três dias após a prisão; governo não confirmou relação entre os fatos


    Governador de RO exonera tenente-coronel preso com medicamentos irregulares no Paraná

    O governador de Rondônia, Coronel Marcos Rocha (PSD), determinou a exoneração do tenente-coronel da Polícia Militar de Rondônia (PM-RO), Davi Machado de Alencar, que ocupava a função de diretor executivo da Secretaria de Estado de Patrimônio e Regularização Fundiária (Sepat). A medida consta no Diário Oficial publicado na terça-feira (5).

    A decisão administrativa foi tomada três dias depois de o oficial ter sido preso no Paraná, transportando mais de 300 ampolas de medicamentos emagrecedores de forma irregular. Apesar da proximidade entre os fatos, o governo estadual não informou se há ligação direta entre a exoneração e a ocorrência policial.


    O desligamento atinge exclusivamente o cargo comissionado (CDS) exercido no Centro Político Administrativo. O militar segue integrante da Polícia Militar no posto de tenente-coronel. Dados do Portal da Transparência indicam que o salário bruto na corporação gira em torno de R$ 31 mil, valor que ultrapassava R$ 45 mil com a gratificação aproximada de R$ 13 mil vinculada à função na Sepat.

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    Com 46 anos, Davi Machado ingressou na Polícia Militar de Rondônia em dezembro de 2011. Questionamentos sobre eventual comunicação oficial à corporação e possível abertura de procedimento interno não foram respondidos pelo governo até a última atualização.

    A prisão ocorreu na Ponte Internacional da Amizade, em Foz do Iguaçu. De acordo com a Receita Federal, o militar havia adquirido no Paraguai ampolas de tirzepatida e tentava ingressar no país com o material, o que caracteriza irregularidade. Ele foi detido em flagrante, pagou fiança de R$ 30 mil e deixou a prisão ainda no sábado (2).

    Em manifestação oficial, a Sepat informou que o deslocamento não fazia parte de agenda institucional e não possuía qualquer relação com atividades do governo de Rondônia. A Polícia Militar declarou que adotará as providências cabíveis após ser formalmente comunicada, reforçando que não tolera condutas contrárias às normas legais e disciplinares. A corporação destacou que sua atuação é baseada em princípios éticos e valores da instituição.

    A secretaria acrescentou que, durante sua atuação como diretor executivo, o militar manteve desempenho considerado adequado, com responsabilidade e compromisso com a função pública.




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